Hoje, 22 de março, é comemorado o Dia Mundial da Água, criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1992.
Mas porque a ONU se preocupou com a água, se sabemos que dois terços do planeta Terra são formados por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008% do total da água do planeta é potável (própria para consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água está sendo contaminada, poluída e degradada pela ação do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisto, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.
O Brasil é um país privilegiado, pois aqui estão 11,6% de toda a água doce do planeta. Aqui também se encontram o maior rio do mundo – o Amazonas – e o maior reservatório de água subterrânea do planeta – o Sistema Aqüífero Guarani.
No entanto, essa água está mal distribuída: 70% as águas doces do Brasil estão na Amazônia, onde vivem apenas 7% da população. Essa distribuição irregular deixa apenas 3% de água para o nordeste. Essa é a causa do problema de escassez de água verificado em alguns pontos do país. Em Pernambuco existem apenas 1.320 litros de água por ano por habitante e no Distrito Federal essa média é de 1.700 litros, quando o recomendado são 2.000 litros.
Para cada 1.000 litros de água utilizados, outros 10 mil são poluídos. Segundo a ONU, parece estar cada vez mais difícil se conseguir água para todos, principalmente nos países em desenvolvimento. Dados do International Water Management Institute – IWMI mostram que, no ano de 2025, 1,8 bilhão de pessoas de diversos países deverão viver em absoluta falta de água, o que equivale a mais de 30% da população mundial. Diante dessa constatação, cabe lembrar que a água limpa e acessível se constitui em um elemento indispensável para a vida humana e que, para se tê-la no futuro, é preciso protegê-la para evitar o futuro caótico previsto para a humanidade, quando homens de todos os continentes travarão guerras em busca de um elemento antes tão abundantes: a água.
O Grupo Clealco presta sua contribuição, e tem motivos para comemorar. As águas industriais operam em circuito fechado, possibilitando o
reaproveitamento das águas. O consumo específico de água por tonelada de cana moída em suas unidades industriais foi considerado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente, como um dos mais baixos do Estado de São Paulo.
A Clealco fazendo sua parte. E você?